Este artigo trás uma reportagem muito interessante publica na revista veja de 04 de Maio de 2011. O estudo publicado pela Associação Americana do Coração diz que o coração das mulheres é mais vulnerável a infartos se comparado aos homens.
Segundo o estudo sim, Em 1959 a American Jornal of Public Health publicou um artigo que mudaria os rumos da cardiologia. Cinco mil homens e mulheres, entre 30 e 60 anos, moradores de Franmingham próximo a Boston, foram submetidos a exames laboratoriais e testes físicos periodicamente. O estudo identificaria o primeiro fator de risco isolado para problemas do coração, na qual os resultados estavam associados ao sexo masculino, afirmação do epidemiologista Thomas Dawber então coordenador da pesquisa.
Segundo o estudo sim, Em 1959 a American Jornal of Public Health publicou um artigo que mudaria os rumos da cardiologia. Cinco mil homens e mulheres, entre 30 e 60 anos, moradores de Franmingham próximo a Boston, foram submetidos a exames laboratoriais e testes físicos periodicamente. O estudo identificaria o primeiro fator de risco isolado para problemas do coração, na qual os resultados estavam associados ao sexo masculino, afirmação do epidemiologista Thomas Dawber então coordenador da pesquisa.
Cinqüenta anos depois, uma nova revolução esta em curso na cardiologia. Na edição de fevereiro do periódico especializado Circulation, a Associação Americana do Coração, com em dados coletados recentemente em Franmingham que hoje conta com cerca de 15 000 voluntários, propõem uma mudança radical do paradigma, ao afirmar que a mulher é suscetível as desordens do coração do que o homem.
A “feminizacao das doenças coronarianas” teve seu inicio na década de 60, lenta e silenciosa. Com a emancipação feminina, as mulheres passaram a se expor aos mesmos fatores de risco que sempre fustigaram o coração masculino, stress, tabagismo, dietas desequilibradas, ingestão de álcool, entre outros. Isto fez com o coração feminino mostrasse sua vulnerabilidade.
Atenção: Nos anos 50, para cada dez vítimas fatais cardíacas do sexo masculino, havia uma do feminino. Quarenta anos depois, essa relação era de seis para uma. Hoje, é de duas para uma e prevê-se que em pouco tempo as proporções não demorem a equivaler-se.
Todas as afirmativas se dão pelo avanço nos exames de imagens capazes de mostras o organismo em funcionamento e o aumento no conhecimento da bioquímica cárdica. As diferenças entre o coração da mulher e do homem são grandes. Veja as diferenças anatômicas abaixo.
Freqüência cardíaca:
O coração da mulher bate cerca de 10% mais rápido do que o do homem.
Mulher: 60 a 80 batimentos por minuto. Homem 55 a 70.
Explicação: Por ser mais acelerado, o coração feminino tende a sofrer um desgaste maior o que aumenta a suscetibilidade a doenças como infarto, arritmias e angina.
Flexibilidade das artérias coronárias.
A amplitude de contração e dilatação das artérias femininas é 20% superior à masculina.
Explicação: A maior flexibilidade arterial pode tanto ajudar quanto prejudicar a saúde cárdica. Ela adia o processo de entupimento das artérias. No entanto, 30% dos exames para detecção da arteriosclerose não consegue determinar com precisão a extensão do deposito de gordura.
Calibre das artérias coronárias.
As artérias femininas são 15% mais estreitas do que as masculinas.
Mulheres: de 1,7 a 2,5mm. Homens de 2 a 3 mm.
Explicação: Como as artérias femininas são naturalmente mais estreitas, elas estão mais propensas ao entupimento. Além disso, essa característica torna alguns procedimentos mais difíceis, como o cateterismo e a implantação de stend.
Formação de placas de gordura.
Nas mulheres, as moléculas de gordura tendem a fechar logo as artérias. Nos homens, elas primeiro expandem as paredes artérias, para só depois obstruir os vasos.
Explicação: O mecanismo de formação da placa nas mulheres faz com que a obstrução seja mais grave entre elas a probabilidade de uma mulher morrer depois de sofrer um infarto é 50% maior do que a de um homem.
Diante dessas novas descobertas novos exames e tratamentos apropriados para elas serão desenvolvidos, mais atenção nada substitui a prevenção, pois cerca de 10% das mulheres praticam atividade física e conseguem manter pelo menos meia hora de atividade física regular, a alimentação, fumo, álcool, estresse entre outros malefícios do mundo moderno devem ser evitados ou restringidos.

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